AUTOR


Salomão Mendes
é advogado especialista do mercado imobiliário, Ceo da Unimovel Brasil, Jornalista, com  atuação por 25 anos nas funções de apresentação, edição, reportagem e produção na afiliada da Rede Globo em Belém.-Pa.


Há 15 anos, estuda, pesquisa, e investiga o mercado imobiliário. Acompanhou muito de perto os altos e baixos no setor. 

        
Com o boom e a ameaça de bolha, e como identificar as oportunidades provocadas pela Crise. Um olhar crítico, privilegiado que ajuda o leitor a entender além das manchetes, apontando para as tendências e os caminhos desse mercado.

O Blog do Imóvel é hoje, neste estilo, um dos mais lidos do mercado. Boa Leitura!

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Comentários

Agnaldo Thomaz disse…
Muito bom o seu blog!
Na realidade, não é exatamente um comnetário, e sim um dúvida. Trabalho na construção civil, e sou um entusiasta da contrução civil, em particular relacionado a invcestimentos em nosso estado, e ultimamente tenho ouvido muito falar que nossa cidade está saurada de lançamentos imobiliários, e gostaria de saber o tem de verdade sobre este assunto?
Salomão Mendes disse…
Caro Amigo ( vc não assinou seu comentário),
Não acredito em saturação. O problema é cíclico. Hora tem pouco, hora tem muito. E como obra de engenharia não se constrói em meses e sim em anos, fazer este exercício sobre as tendências nãoi é fácil.
Seria mais fácil se houvessem dados públicos sobre números reais. Seria mais fácil se os orgãos do setor tivessem um departamento para simular o cenário futuro como os bancos.
Sem informação, a imagem que se tem no momento é de saturação. Eu diria que se tem muita coisa pronta, e uma crise de mais dois anos no país, até começar a reverter.
Sem informação, os preços foram para um patamar irreal e isso trava mercado. A alegria dos especuladores, é de curtíssimo prazo.
Siga acreditando na construção. Quem compra terra, nunca erra. Quem aposta no imóvel como aposentadoria não tem o que reclamar.
A ordem agora é buscar soluções criativas neste mercado, esperando as vacas magras passarem o o rio, e virarem gordas novamente.